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Assista o vídeo do Colégio Mãe de Deus e veja por que temos a melhor estrutura para a educação de seus filhos

Pe. José Kentenich

Nasceu no dia 16 de novembro de 1885 em Gymnich, pequena aldeia a sudeste de Colônia (Alemanha) e aí passou parte de sua infância. Quando completou nove anos, por situações adversas, foi levado por sua mãe para o Orfanato St. Vincenzhaus onde, diante de uma imagem de Nossa Senhora o consagrou inteiramente aos seus cuidados. Ao celebrar o jubileu dos 25 anos de seu sacerdócio, ele mesmo comenta como este gesto tocou profundamente sua vida: “Ela (Maria) formou-me e educou-me pessoalmente a partir dos meus nove anos. Olhando o passado, posso dizer: não conheço ninguém que tivesse uma influencia mais profunda sobre o meu desenvolvimento.”

No dia de sua primeira comunhão em 1897, confirmou à mãe seu desejo de se tornar sacerdote e em 23 de setembro de 1904 iniciou seus estudos humanísticos no Seminário dos Palotinos, em Ehrenbreitstein. Em 8 de julho de 1910 foi ordenado sacerdote.

Seu primeiro trabalho foi como professor de latim e alemão e posteriormente a nomeação como Diretor Espiritual do Seminário Menor dos Palotinos em Schoenstatt, Vallendar - perto do Reno. Nesta época construiu as bases de sua fundação: a Obra de Schoenstatt. Nos anos seguintes formou as comunidades sacerdotais e laicais que a compõe e a partir de 1926 fundou os diferentes Institutos Seculares de Schoenstatt.

Durante o tempo da segunda guerra mundial, especificamente em 1941 foi prisioneiro pela GESTAPO no campo de concentração de Dachau, onde permaneceu até abril de 1945. Ali consolidou sua Obra e lhe deu abrangência internacional. Em meio ao caos deste campo escreve o livro de orações “Rumo ao céu” que traduz todo o mundo que trazia dentro de si.

Em 1947 inicia sua visita mundial aos lugares onde enviara as primeiras Irmãs a partir de 1933. No Brasil esteve entre os anos de 1947 e 1949, de modo particular em nosso Colégio Mãe de Deus em Londrina. Aqui ele visitou e orientou as Irmãs no mundo da pedagogia de Schoenstatt, conferindo sua visão de educação. Em uma das conferencias em 1947 ele ensina: “Terei alegria com a educação quando conheço o mais profundo da alma e posso formá-la. Quando gosto de uma criança, preciso considerar-me como enviada por Deus para servir essa criança. Então terei alegria na educação; minhas crianças são meu mundo.(...) Educar significa manter contato vital”.

Para consolidar ainda mais a Obra e para comprovar a origem divina, a Igreja submeteu Schoenstatt a prova máxima exilando o fundador em Milwaukee (EUA) do ano 1951 a 1965. No Natal de 1965 regressou a Schoenstatt e até sua volta ao lar eterno em 15 de setembro de 1968 dedicou-se sem reservas a Obra de Schoenstatt. Faleceu logo após celebrar a Santa Missa na Igreja da Santíssima Trindade em Schoenstatt.

A paternidade é o seu traço marcante e isto ele transmitiu a todos os que lhe foram confiados. Possuía extraordinários dotes naturais, era um verdadeiro educador, psicólogo, um homem de visão futura. Porém, tudo em sua vida ele atribuía àquela que teve especial atuação na sua alma: a Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt.

Túmulo Pe. José Kentenich Sempre procurou conduzir todos os que a ele se achegavam à Mãe de Deus e a Deus que é Pai, que é bom e que tudo faz por nosso amor. Anunciou por sua vida a confiar cegamente na Divina Providencia que conduz o barco de nossa vida, não importando o mar revolto em que nos encontramos. Vivia no mundo sobrenatural sem deixar de ser natural e próximo dos que o cercavam.

No seu túmulo desejou que escrevessem as palavras "Dilexit Ecclesiam" (Amou a Igreja) que exprimem o profundo sentido de sua vida e missão.

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